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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Receivers - Causas de queima, defeitos mais comum

Comprei um receiver de ultima geração para meu Home Theater, importado, dos bons, marca muito famosa!! 

Mas o que era bom durou pouco, logo o aparelho parou de funcionar, chamei um técnico para verificar minha instalação e ele constatou que estava tudo perfeito, que era realmente defeito do receiver e que eu teria que procurar uma assistência técnica autorizada. Mas aonde?? O aparelho é importado. Então liguei para o fornecedor que me vendeu o Receiver e ele me explicou que teria que enviar o produto para sua central que eles encaminhariam a uma assistência técnica deles e que com muita sorte poderia ser resolvido em 90 dias.




Pessoal, isso acontece todos os dias, principalmente depois que este tal de Marketplace se instalou no Brasil e aluga espaço nos sites de tradicionais lojas para vender seus produtos, que podem vir tanto do Paraguai como da China. Realmente é muito barato, mas o tamanho da dor de cabeça não tem preço e o pior de tudo é quando você admite que foi enganado.




Assim como na industria automobilística, onde os carros importados sofrem várias mudanças para poder rodar nas rodovias brasileiras, os aparelhos eletrônicos são fabricados para o Brasil dentro das normas da ABNT, e vem com algumas modificações em seus circuitos elétricos para suportar a nossa energia elétrica, que é uma das piores do mundo. Entre os problemas mais comuns, podemos citar; ruídos de harmonica, reenergização da rede de distribuição, curtos circuitos, manobras no circuito de distribuição, chaveamento de grandes cargas, etc.....
Resumindo: um aparelho que não esta preparado para todo este impacto tem vida útil muito pequena e sem uma rede autorizada, então!!
Por isso a hora de comprar seus aparelhos, procurem uma loja especializada com vendedores sérios, verifique se o aparelho que você esta comprando tem a tomada elétrica de alimentação no padrão brasileiro e se o fabricante do  produto possui uma rede autorizada no seu estado.





Empresas como a Yamaha Musical do Brasil, onde seus aparelhos são fabricados com exclusividade para o Brasil no Japão, dentro das normas técnicas da ABNT, oferecem segurança para o consumidor, e possuem uma rede de serviço autorizado em todo o país, mas tem que verificar se possuem o selo da Anatel, se o manual é um português e a tomada de alimentação é padrão brasileiro.
A Yamaha hoje produz aparelhos com a mais alta tecnologia superior a muitas marcas TOP mundial.



A tecnologia MusicCast da Yamaha disponível nos aparelhos, já permitem sonorizar uma casa inteira sem passar um único fio.





Conclusão: 
Não vale apenas seguir a empolgação porque achou um aparelho barato, pegou uma pechincha, uma verdadeira galinha morta, pois isso pode sair muito caro e virar uma tremenda dor de cabeça. Procure uma revenda especializada, verifique se o fabricante do aparelho que for comprar te oferece todas as vantagens que escrevi acima e obedece as normas brasileiras. lembre-se sempre, o Barato Sai Caro.

Ricardo Freitas
Celular Oi: (21) 98706-4753

e-mail - car-audio@uol.com.br

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Automação Residencial - Solução ou Problema?

Definição de Automação Residencial

É o conjunto de serviços proporcionados por sistemas tecnológicos integrados como o melhor meio de satisfazer as necessidades básicas de segurança, comunicação, gestão energética e conforto de uma habitação.

Nesse contexto, costumamos achar mais adequado o termo "Domótica", largamente empregado na Europa, pois é mais abrangente.
Domótica é a automatização e o controle aplicados à residência. Esta automatização e controle se realizam mediante o uso de equipamentos que dispõem de capacidade para se comunicar interativamente entre eles e com capacidade de seguir as instruções de um programa previamente estabelecido pelo usuário da residência e com possibilidades de alterações conforme seus interesses. Em consequência, a domótica permite maior qualidade de vida, reduz o trabalho doméstico, aumenta o bem estar e a segurança, racionaliza o consumo de energia e, além disso, sua evolução permite oferecer continuamente novas aplicações.





Como se percebe, o principal fator que define uma instalação residencial automatizada é a integração entre os sistemas aliada à capacidade de executar funções e comandos mediante instruções programáveis. A integração deve abranger todos os sistemas tecnológicos da residência, a saber:

  • Instalação Elétrica, que compreende: Iluminação, persianas e cortinas, gestão de energia e outros
  • Sistema de Segurança: Alarmes de intrusão, alarmes técnicos (fumaça, vazamento de gás, inundação), circuito fechado de TV, monitoramento, controle de acesso;
  • Sistemas Multimídia: Áudio e Vídeo, som ambiente, jogos eletrônicos, além de vídeos, imagens e sons sob demanda;
  • Sistemas de comunicações: telefonia e interfonia, redes domésticas, TV por assinatura;
  • Utilidades: Irrigação, aspiração central, climatização, aquecimento de água, bombas e outros.






Ou seja, não é uma solução " plug-and-play ", exigindo um profissional, intitulado "Integrador de Sistemas Residenciais", capacitado nas diferentes tecnologias em questão, da sua complexidade de projeto, instalação e programação.


  • Definindo o Integrador de sistemas Residenciais:
Podemos então definir o integrador de sistemas residenciais como o profissional que elabora o projeto integrado, acompanha a execução da obra, participa da contratação dos terceiros envolvidos, supervisiona a instalação e garante o desempenho final do sistema integrado, entregar uma documentação que sirva de base do projeto executivo demarcando o combinado entre o integrador e o cliente no início do projeto e para facilitar a manutenção futura das instalações.
Portanto, tão importante como produtos confiáveis de qualidade, é a importância do profissional para execução do sistema.
Devido à complexidade dos temas envolvidos, à diversidade e à rapidez na introdução de novas tecnologias, entendemos que o integrador deve se manter atualizado, além de desenvolver e consolidar novos processos de trabalho para sua atividade.

A AURESIDE, Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial, mantém cursos constantes para além das noções conceituais, o treinamento é apresentado às diferentes tecnologias existente, podendo optar pela continuidade de sua qualificação nos temas onde necessita de maior aprofundamento.







  • Faltou luz, acabou a automação?
Quando há queda na rede de energia, uma casa inteligente funciona como se não tivesse um sistema automatizado. Para continuar com as opções tecnológicas, é possível investir em fontes alternativas de energia, como geradores e "no break", para alimentar os circuitos essenciais.


  • Se der algum pane, estou perdido!

Nada disso! Os sistemas de automação residencial de boa qualidade, são robustos e com pouca taxa de defeito. Mesmo assim, é possível garantir o completo funcionamento com a instalação de chaves de contingência nos circuitos principais. Em caso de manutenção, o sistema poderá ser acionado manualmente e a previsão de sistemas redundantes para aumentar a segurança contra falhas.









Ricardo Freitas
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